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O arquiteto alemão Matthias Hollwich, radicado nos Estados Unidos, é professor da University of Pennsylvania e autor do livro “New aging: live smarter now to live better forever” ("O novo envelhecimento: viva de forma mais inteligente agora para viver melhor para sempre"). Ele conversou com o blog sobre seu trabalho, que, nos últimos anos, foca em projetos com o objetivo de integrar as pessoas.

 

Quando você chegou aos 40 (agora tem 46), se deu conta de que era necessário fazer mudanças em seu trabalho porque elas impactariam os próximos 40 anos de sua própria vida. Quais foram essas reflexões?

Matthias Hollwich: Chegar aos 40 funcionou como um gatilho, porque me dei conta de que já havia trilhado cerca de 50% da minha vida. Depois do choque inicial, resolvi verificar o que estava sendo oferecido aos mais velhos e o que vi não me agradou. Mesmo os mais ricos vão viver em lugares segregados, onde só há idosos. Imagine ter como distração, durante décadas, partidas de golfe! Os arquitetos criam espaços que chamam de “sênior living” olhando para o passado. Foi quando comecei a dar aulas e disse aos estudantes que exercitassem um olhar novo, com frescor. Pedi que pensassem em si mesmos: como planejar ambientes para idosos que querem continuar ativos mesmo com as dificuldades inerentes ao envelhecimento?

 

Você escreveu um livro sobre o “novo envelhecimento” e como aprender a viver melhor. Quais são os principais pontos da obra?

Hollwich: É preciso amar o envelhecimento, porque a vida é um presente que nos foi dado. Portanto, a primeira coisa é mudar nossa atitude em relação à velhice: parando de negá-la e também lutando contra o preconceito. Temos que ver os idosos como os pioneiros, aqueles que chegaram primeiro onde ninguém foi, e buscar formas de apoiá-los. Eles perdem amigos, membros da família, é mais difícil socializar e fazer conexões. A arquitetura pode ter um papel importante nesse processo.

 

Como integrar as pessoas que estão envelhecendo, considerando-se que as grandes cidades são locais que acabam levando os indivíduos ao isolamento e à solidão?

Hollwich: Temos que criar ambientes de convivência, para que as pessoas se vejam, se encontrem. Por exemplo, em vez de criar portarias enormes e vazias nos prédios, por que não ter um café no lobby? Nas grandes cidades, as pessoas estão vivendo em “cocoons”, reduzindo a convivência com os outros, mas podemos ajudar numa aproximação investindo em espaços comunitários, compartilhados. A lavanderia pode ser coletiva e ter um bar, para se tomar um drinque, relaxar e conversar enquanto a roupa é lavada. Os edifícios devem buscar um mix: lojas no térreo, andares de escritórios e outros residenciais, para promover essa interação.

 

Seu bisavô nasceu no Rio de Janeiro e você já veio ao Brasil diversas vezes. Quais são as suas sugestões para melhorar a qualidade de vida dos idosos do Rio e de São Paulo?

Hollwich: O Rio é um convite à vida ao ar livre, mas isso está concentrado na orla. Seria importante multiplicar o número de lugares de contato com a natureza adaptados para o exercício sem necessidade de deslocamento de um bairro para o outro. Para São Paulo, eu sugeriria o uso dos telhados, que poderiam se tornar locais de lazer e convivência, além de ótimos pontos de observação da cidade. É preciso mobilizar os governos para que invistam em moradias de baixa de renda que estimulem a atividade física. Indivíduos mais ativos precisarão menos do sistema de saúde.

Fonte; G!, blog bem estar

Fernando Cunha 02/11/2017

 

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